• Um pouco mais... por George Aravanis

    O inaceitável, só pra nós

  • Um pouco mais... por George Aravanis

    A tragédia

    Descobri a morte aos 5 anos. O carro passava em frente a um terreno plano, cheio de pequenas muretas brancas com alguma inscriçãoDescobri a morte aos 5 anos. O carro passava em frente a um terreno plano, cheio de pequenas muretas brancas com alguma inscrição...

  • Um pouco mais... por George Aravanis

    Claudião, o revoltado

    O Claudião aqui do jornal é um sujeito indignado. Antes de você perguntar e daí?, preciso explicar: quem trabalha em jornal absorve tanta coisa todo dia que conservar a indignação é de uma nobreza digna de realeza britânica.O Claudião aqui do jornal é um sujeito indignado. Antes de você perguntar e daí?, preciso explicar: quem trabalha em jornal absorve tanta coisa todo dia que conservar a indignação é de uma nobreza digna de realeza britânica....

  • Um pouco mais... por George Aravanis

    Síndrome de Josef K.

    Em tempos insólitos como estes, sempre parece que estou lendo "O Processo" de novo. Pra quem não leu ou não lembra, o clássico romance de Franz Kafka narra a trajetória de um bancário chamado Josef KEm tempos insólitos como estes, sempre parece que estou lendo "O Processo" de novo. Pra quem não leu ou não lembra, o clássico romance de Franz Kafka narra a trajetória de um bancário chamado Josef K...

  • Um pouco mais... por George Aravanis

    Eu e Donald Trump

    Conheço Donald Trump. Eu estava no buteco do Fabrício quando se aproximou, sem topete, terno ou prêambuloConheço Donald Trump. Eu estava no buteco do Fabrício quando se aproximou, sem topete, terno ou prêambulo...

  • Um pouco mais... por George Aravanis

    Tapa na bunda

    Há uns três anos, numa loja de brinquedos, ouvi uma vendedora gabar-se às colegas da própria rigidez com o filhoHá uns três anos, numa loja de brinquedos, ouvi uma vendedora gabar-se às colegas da própria rigidez com o filho...

  • Um pouco mais... por George Aravanis

    O André é machista?

    Todo escritor tem um personagem favorito, real ou fictício. O John Updike usava o Coelho Angstrom, o Philip Roth se projeta no Nathan Zuckerman, o Nelson Rodrigues transformou o Otto Lara Resende numa referência, quase um cenário em sua obraTodo escritor tem um personagem favorito, real ou fictício. O John Updike usava o Coelho Angstrom, o Philip Roth se projeta no Nathan Zuckerman, o Nelson Rodrigues transformou o Otto Lara Resende numa referência, quase um cenário em sua obra...

  • Um pouco mais... por George Aravanis

    Canalha do bem

    Fazia uns quatro anos que eu só assistia a filmes infantis (leitor (a) papai/mamãe, você sabe do que estou falando)Fazia uns quatro anos que eu só assistia a filmes infantis (leitor (a) papai/mamãe, você sabe do que estou falando)...

  • Um pouco mais... por George Aravanis

    O óbvio e o absurdo

    Nada cansa e desanima mais do que defender o óbvio. Quando você trabalha com um monte de gente esquerdinha-legalzinha-feminazzi, racismo, machismo, segregacionismo de classes, ufa!, parece que já foi tudo sepultado e faz parte hoje só do nosso grande museu da vergonhaNada cansa e desanima mais do que defender o óbvio. Quando você trabalha com um monte de gente esquerdinha-legalzinha-feminazzi, racismo, machismo, segregacionismo de classes, ufa!, parece que já foi tudo sepultado e faz parte hoje só do nosso grande museu da vergonha...

  • Um pouco mais... por George Aravanis

    'Sangue no zoio'

    Já contei mais de uma vez que a turma aqui na redação adora uma polêmica. Outro dia lançaram a enquete: e se um cara invade tua casa armado e você tem a chance de matá-lo?Quase todo mundo já tinha mandado o bandido virtual pro espaço (inclusive eu) quando o João Conrado, nosso repórter esquerdóide-feminazzi-bom-moço, lançou algo na linha: "pensando agora eu não queria matar, mas talvez eu matasse na hora"Já contei mais de uma vez que a turma aqui na redação adora uma polêmica. Outro dia lançaram a enquete: e se um cara invade tua casa armado e você tem a chance de matá-lo?Quase todo mundo já tinha mandado o bandido virtual pro espaço (inclusive eu) quando o João Conrado, nosso repórter esquerdóide-feminazzi-bom-moço, lançou algo na linha: "pensando agora eu não queria matar, mas talvez eu matasse na hora"...

  • Um pouco mais... por George Aravanis

    Espírito de eleição

    Assim como perto do Natal manifesta-se em mim um quê de solidariedade, às vésperas da eleição uma nesga de consciência cidadã costuma dar as caras por aqui.Assim como perto do Natal manifesta-se em mim um quê de solidariedade, às vésperas da eleição uma nesga de consciência cidadã costuma dar as caras por aqui....

  • Um pouco mais... por George Aravanis

    Sobre escrever

    Clarice Lispector escrevia para se manter viva. Bukowski, para não enlouquecer. O Gabriel García Márquez só queria ser amadoClarice Lispector escrevia para se manter viva. Bukowski, para não enlouquecer. O Gabriel García Márquez só queria ser amado...

  • Um pouco mais... por George Aravanis

    35 pares de calçados

    O Francisco aqui do jornal tem 35 pares de calçados. E toda vez que eu digo, alguém repete: trinta e cinco? Trinta e cinco (chinelos não contam)! Não preciso nem dizer que a insólita coleção revelada outro dia pelo rapaz com uma espantosa naturalidade indignou, surpreendeu, até revoltou muita gente aqui na redação. É óbvio.O Francisco aqui do jornal tem 35 pares de calçados. E toda vez que eu digo, alguém repete: trinta e cinco? Trinta e cinco (chinelos não contam)! Não preciso nem dizer que a insólita coleção revelada outro dia pelo rapaz com uma espantosa naturalidade indignou, surpreendeu, até revoltou muita gente aqui na redação. É óbvio....

  • Um pouco mais... por George Aravanis

    Adaptados x trouxas

    A gente sempre acha que não dá pra ser diferente. E o pior: a gente se adapta. O melhor do homem é também o seu pior - a capacidade de adequar-se a tudoA gente sempre acha que não dá pra ser diferente. E o pior: a gente se adapta. O melhor do homem é também o seu pior - a capacidade de adequar-se a tudo...

  • Um pouco mais... por George Aravanis

    Que surpresa!

    O que mais me surpreendeu nessa coisa toda do impeachment foi que nada me surpreendeu. Nada. Desde o começo, quando ninguém levava muito a sério essa conversaO que mais me surpreendeu nessa coisa toda do impeachment foi que nada me surpreendeu. Nada. Desde o começo, quando ninguém levava muito a sério essa conversa...