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Americana confirma duas mortes por gripe; já são 13 vítimas na região

Cidades

FRANCISCO LIMA NETO REGIÃO | 11/07/2018-22:02:12 Atualizado em 11/07/2018-21:53:36
agência Brasil
vacinação| É a forma de prevenção à doença que já matou 13

O número de pessoas mortas por gripe na RMC (Região Metropolitana de Campinas) chegou a 13 no ano. A cidade mais recente a confirmar óbitos por conta da doença foi Americana, com duas. Campinas teve seis, Sumaré quatro e Valinhos uma.
A Prefeitura de Americana confirmou ontem as duas primeiras mortes por H1N1 no município no ano. Uma das vítimas, uma mulher de 58 anos, morava no bairro Parque Gramado e faleceu no dia 15 de junho. Ela estava internada no Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi e não apresentava nenhuma comorbidade. A segunda vítima também foi uma mulher, de 55 anos, residente no bairro Jardim São Pedro. Ela morreu no dia 9 de junho depois de permanecer internada no Hospital São Francisco, de Americana. Nesse caso, a paciente apresentava comorbidades pré-existentes, sendo constatada doença pulmonar obstrutiva crônica.
A Vigilância Epidemiológica informou que ainda aguarda o resultado de dois casos de pacientes que morreram no Hospital Municipal, sendo uma mulher de 44 anos, moradora do bairro Jardim dos Lírios, que morreu no dia 22 de junho e outra, de 45 anos, residente no bairro Chácara Letônia, que faleceu no dia 2 de julho.
Neste ano, até a primeira semana de julho, Americana registrou 43 casos suspeitos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave), dos quais 27 foram descartados, seis estão em aguardando resultado laboratorial e dez confirmados, sendo sete casos de Influenza H1N1 (com dois óbitos), dois casos de Influenza não subtipada e um caso de Influenza A sazonal H3, segundo a Administração.
Anteontem, Campinas confirmou três novas mortes, totalizando seis no ano. As três últimas confirmações foram uma mulher de 83 anos com pneumopatia crônica, que teve H3N2; um homem de 64 anos, diabético, que teve gripe A não subtipada; e uma criança de 1 ano, com pneumopatia crônica, que teve H1N1.
Os demais casos de óbitos foram por H3N2: uma mulher de 45 anos, obesa e com asma; uma mulher de 83 anos e tabagista; e um homem de 91 anos e com doença neurológica. De acordo com a prefeitura, as vítimas não tinham tomado vacina.
Até o momento, Sumaré tem oito casos confirmados de gripe H1N1, sendo que quatro deles evoluíram à óbito. O quarto óbito foi confirmado na primeira semana do mês pelo Instituto Adolfo Lutz e tratava-se de um homem de 55 anos, portador de doença crônica e morador da região central.
Já em Valinhos, a primeira morte foi confirmada dia 4 de julho. A vítima morava no bairro Chácara das Nações, mas foi internado e morreu no Hospital Municipal de Paulínia. Segundo notificação da Secretaria de Saúde, o paciente começou a sentir os sintomas no dia 23 de maio, mesmo assim foi passar o final de semana em Paulínia. O quadro se agravou e, no dia 26 de maio, foi internado no hospital de lá, onde morreu no dia 4 de junho.
A vacinação contra a gripe continua nos postos de saúde dos municípios e a orientação das secretarias de Saúde é que todas as pessoas que fazem parte dos grupos de risco busquem a imunização.