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30% dos atendidos na UPA do Matão são campineiros

Cidades

FRANCISCO LIMA NETO SUMARÉ | 11/07/2018-22:02:05 Atualizado em 11/07/2018-21:53:29
Divulgação | Prefeitura de Sumaré
UPA| Inaugurada no dia 2 de março, unidade teve mais procura

Pacientes de Campinas representam 30% dos atendimentos realizados na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Matão, em Sumaré.
Segundo o ISSRV (Instituto Social Saúde Resgate à Vida), organização social gestora da unidade, a média mensal é de 4 mil atendimentos de pacientes de Campinas, o que representa 30% de todos os atendimentos prestados na unidade, já que no geral são atendidas de 12 mil pessoas por mês.
Para a Secretaria de Saúde de Sumaré, o aumento na demanda ocorre em virtude do bom atendimento prestado na unidade, além de melhor estrutura física e de equipamentos após a troca de prédio da UPA Matão, em março deste ano.
"Com uma estrutura melhor, como é a da UPA Matão, os pacientes estão recebendo atendimento digno e humanizado, o que tem atraído também moradores de cidades vizinhas, como Campinas e Paulínia, que ficam próximas ao limite com a região do Matão. Ampliamos o atendimento em quantidade e qualidade, o que é uma grande conquista para a população e para a Saúde de Sumaré", comentou o prefeito Luiz Dalben.
De acordo com a Prefeitura de Sumaré, apenas em seu primeiro mês de funcionamento, a UPA Matão atendeu a 47,25% pacientes a mais que o antigo PA (Pronto Atendimento). A nova unidade foi inaugurada no dia 2 de março e, até o dia 31, foram registrados 11.511 atendimentos, contra 7.817 no mês de fevereiro, ainda no antigo prédio. Em média, são quase 100 pacientes a mais por dia.
OUTRO LADO
A Prefeitura de Campinas informou que o SUS é universal e não estabelece fronteiras. Além disso, lembrou que também atende pacientes de Sumaré. "Inclusive, na UPA Padre Anchieta 40% dos atendimentos são relativos a pacientes de Sumaré e Hortolândia. No local está sendo construído o PS Metropolitano, que vai qualificar e ampliar o atendimento", destacou.
A Administração destacou que a vocação de Campinas na área de Saúde impõe ao município - tudo devidamente pactuado com Estado e Ministério da Saúde - o atendimento a pacientes não somente de Sumaré e Hortolândia, mas de outras cidades.
"Um dos exemplos é o tratamento de radioterapia ofertado pelo Hospital Dr. Mário Gatti. Ressalta-se ainda que o entendimento metropolitano da saúde é cada vez mais necessário e atual, sendo pauta frequente do Conselho de Desenvolvimento da RMC", finalizou.