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Paralisação deixa alunos sem transporte escolar

Cidades

ELIAS AREDES PAULÍNIA | 13/06/2018-19:51:19 Atualizado em 13/06/2018-19:43:28
Divulgação
movimento| Motoristas querem aumento de 3% no salário

A paralisação de motoristas do transporte escolar em Paulínia, ontem, causou transtorno para cerca de 2,5 mil alunos que estudam no período da manhã e ainda atrasou o início das aulas no período da tarde.
Apesar dos ônibus terem voltado a circular a partir das 12h30 de ontem, os trabalhadores definiram que o estado de greve começa hoje, com paralisações de uma hora de manhã e mais uma hora à tarde.
As empresas responsáveispelo transporte escolar no município são a Sancetur (Santa Cecília Turismo), que emitiu nota e condenou a paralisação (leia ao lado), e a Passaredo.
Ausência de condições de trabalho e salários defasados foram os motivos apontados pelos trabalhadores para justificar a paralisação. Diante do impasse, uma reunião foi realizada entre representantes das empresas e dos trabalhadores, representados pelo Sindicato dos Rodoviários de Campinas e Região. Na oportunidade, as empresas encaminharam uma proposta de reajuste de 2% nos salários. A oferta foi recusada pelos motoristas em assembleia e os grevistas pediram um reajuste de 3% nos salários e de 5% nos benefícios.
De acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Rodoviários, Izael de Almeida, algumas prioridades não serão esquecidas. "A Sancetur está cheia de irregularidades. Eles atrasam salários, não depositam o FGTS, não há pagamento de horas extras e não oferecem condições de segurança porque os ônibus não recebem manutenção adequada", disse o dirigente sindical.
Em fevereiro deste ano, os motoristas da Sancetur pararam por conta de atraso no pagamento de salários e benefícios, o que prejudicou aproximadamente 2,5 mil estudantes que ficaram sem o transporte público do município durante a manhã.
Oito mil alunos são transportados pelos 120 ônibus da empresa.