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Fundação Romi: 60 anos de trabalho

Santa Bárbara d Oeste 199 anos

Texto | André Rossi Foto | Divulgação | Fundação Romi | 02/12/2017-17:08:11 Atualizado em 02/12/2017-17:18:20
Educação patrimonial | Objetivo é fazem com que as crianças cresçam valorizando o meio em que vivem

Fundada em 29 de junho de 1957, a Fundação Romi, de Santa Bárbara d'Oeste, passou por diversas mudanças ao longo de sua história. Idealizada para atender os funcionários da Indústria Romi na área da saúde, pouco a pouco a fundação foi ganhando vida própria até se focar exclusivamente na comunidade barbarense.
Logo em 1958, um ano depois de sua criação, a entidade já dava demonstrações de que iria aumentar seu leque de atuação na cidade, segundo o superintendente da Fundação Romi, Vainer Penatti.
"A fundação nasceu dentro das Indústrias Romi para atender os funcionários na área da saúde, mas já em 1958 começou a atuar na formação da mão de obra, da educação profissional. Naquele momento foi feito convênio com o Senai, que perdurou por cerca de 50 anos, para formação de trabalhadores para Santa Bárbara e região. No início as Indústrias Romi era quem mais absorvia, mas a cidade foi crescendo e ampliando isso", disse Penatti.
A partir de 1999 a fundação deixa de atuar na área da saúde e para de prestar assistência médica aos trabalhadores das Indústrias Romi. Nesse ponto, cultura e educação se tornam as duas principais frentes defendidas pela fundação, atendo 100% da comunidade barbarense.
"É uma entidade que até hoje tem sua independência, com administração separada. As Indústrias Romi são a mantedora e ajudam na manutenção, mas não é 100%. Parte do recurso vem dela (indústria) e grande parte de outro recurso vem do fundo patrimonial, que é uma poupança que a fundação tem, investido no mercado financeiro e que tem rendimento das aplicações", explicou Penatti.
Atualmente, a Fundação Romi tem três focos. O principal é a educação, mantendo uma escola filantrópica que oferece do ensino infantil ao ensino fundamental 2. O planejamento é que a partir de 2019 a entidade também o ofereça o ensino médio, segundo o superintendente.
Já na área de patrimônio histórico, o Cedoc (Centro de Documentação História) é referência na região e, além de documentar toda a história de Santa Bárbara d'Oeste, também realiza oficinas com alunos da cidade. Cerca de 10 mil estudantes são atendidos por ano.
E a terceira área de trabalho ocorre na Estação Cultural, na antiga estação ferroviária da cidade, focada no desenvolvimento cultural, esportivo e também nas atividades de formação para geração de renda, com cursos específicos.