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Mortalidade infantil tem alta

Cidades

RODRIGO ALONSO REGIÃO | 05/09/2017-23:42:51 Atualizado em 05/09/2017-23:39:33

A mortalidade infantil na RMC (Região Metropolitana de Campinas), que tinha sido a menor em 15 anos em 2015, aumentou 8,14% de 2015 para 2016. A taxa subiu de 8,6 para 9,3 mortes por mil nascidos vivos. Os dados são da Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados).
O levantamento considera o número de óbitos de menores de 1 ano de idade. Em 2016, 40.216 nasceram na região, enquanto 372 menores de 1 ano morreram.
A cidade com maior índice é Artur Nogueira, que registrou 17,4 mortes por mil nascidos vivos. Em 2015, no entanto, o município foi o que teve menor taxa: apenas três. Houve alta de 480%. Das 20 cidades da RMC, sete apresentaram aumento, enquanto as outras 13 tiveram redução.
Em Holambra, nenhuma criança de menos de um ano morreu. Portanto, não há índice. A cidade teve 218 nascimentos no ano passado. Santo Antônio de Posse aparece como o município com menor taxa: 3,3. Em 2015, o município teve 11,2, o que representa uma queda de 70,54%.
ESTADO
No Estado, o aumento foi menor do que na RMC. O índice subiu de 10,6 para 10,7, o que corresponde a uma alta de 0,94%. O Seade fez o estudo com base nos dados dos cartórios de registro civil de todos os municípios paulistas.
"De acordo com o estudo, duas em cada três mortes infantis ocorreram no período neonatal (até 28 dias de vida), proporção que se mantém praticamente inalterada nos últimos anos", aponta. A fundação é vinculada à Secretaria de Planejamento e Gestão do Estado de São Paulo.