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RECIBO

Fogo Cruzado

07/08/2017-23:31:04 Atualizado em 07/08/2017-23:30:55

Os vereadores de Sumaré discutem na sessão de hoje um projeto do vereador Marcio Brianes (PCdoB) que tem como objetivo obrigar as empresas concessionárias de energia elétrica e água da cidade a emitir recibo de comparecimento nas residências para a leitura dos contadores, que deverá conter as seguintes observações: data da visita e o horário, nome do empregado responsável pela medição e a leitura feita.
COBRANÇAS INDEVIDAS
De acordo com o projeto, na ausência do proprietário do imóvel ou de um responsável pelo local, o comprovante deverá ser colocado na caixa do correio. "Há um grande número de reclamações com relação às contas e leituras abusivas, pois, segundo os sumareenses já lesados com a prática de cobranças indevidas, é constante as contas apresentarem erros grosseiros, obrigando os responsáveis pelas faturas a procurarem, pessoalmente, seus direitos junto às companhias fornecedoras dos serviços. Isso, porém, causa transtornos, devido ao tempo dispensado e o desgaste para tentar resolver o problema", explicou Márcio Brianes.
HORÁRIOS DOS MÉDICOS
Também está na pauta da sessão um projeto do vereador Rudinei Lobo (PRB) que visa obrigar as unidades de saúde do município a colocarem placas nas entradas ou recepções identificando as escalas dos médicos, seus nomes e horários de atendimento. "A intenção é ampliar a transparência para os usuários do sistema de saúde. Uma vez que são numerosas as queixas a respeito de longas filas para atendimento em todo o País, inclusive no município de Sumaré", comentou Rudinei.
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA 1
O vereador de Americana Clemente Alves dos Santos Neto, o Léo da Padaria (PCdoB), usou sua página no Facebook para encorajar vítimas de violência doméstica a denunciarem essa prática. "Você já ouviu o ditado 'Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher'? Pois era assim que a violência doméstica era tratada até 7 de agosto de 2006, dia em que foi sancionada a lei 11.340, Maria da Penha. Ela recebeu este nome graças à luta de uma farmacêutica cearense, baleada em 1983 por seu marido enquanto dormia - a lesão a deixou paraplégica. Mantida em cárcere privado, sobreviveu, no mesmo ano, a outra tentativa de assassinato, dessa vez por eletrocussão durante o banho", relembrou.
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA 2
Léo lembrou que hoje a lei é a principal ferramenta legislativa no combate à violência doméstica e familiar contra mulheres no País. "Segundo pesquisa realizada em 2017 pela Datafolha, uma a cada três mulheres sofreram algum tipo de violência no último ano - e o agressor, em 61% dos casos, é um conhecido. 19% das vezes eram companheiros atuais das vítimas e, em 16%, ex-companheiros. Em 43% a agressão mais grave foi dentro de casa. Sabe o que a maior parte delas fez? Nada! Em 52%, a vítima não procurou ajuda ou denunciou o agressor. Para denunciar disque 180 - Atendimento à Mulher", orientou o parlamentar.