OK
Close

Ampliação no tratamento e reservatórios são citados

Cidades

12/08/2017-20:54:12 Atualizado em 12/08/2017-20:51:10

Autarquias e empresas responsáveis pela gestão de água nas cidades da região apontam como medidas para minimizar impactos de uma possível crise hídrica a construção de novos reservatórios, aumento no volume de água tratada e cuidados nas regiões de nascentes.
Em Sumaré, a BRK Ambiental citou a ampliação na capacidade de tratamento das duas ETAs (Estações de Tratamento de Água). "A reabilitação de um canal aumentou a capacidade de tratamento da ETA I, na Vila Menuzzo, de 250 para 350 litros por segundo. Com relação ao sistema ETA II, no Parque Itália, ampliamos a capacidade de captação do Rio Atibaia de 500 para 650 litros por segundo com a reabilitação do sistema de bombeamento, o que possibilitou aumentar a capacidade de tratamento de 450 para 600 litros por segundo", apontou.
A empresa também citou aumento na capacidade hídrica (de 720 l/s para 1.000 l/s), redução no índice de perdas de água (de 60% para 48%), desassoreamento e limpeza das áreas de captação, além da construção de uma nova adutora na ETA II, em 2018.
Indaiatuba construiu a barragem do Rio Capivari-Mirim, já em funcionamento e com capacidade para 1,3 bilhão de litros de água, e sete novos reservatórios. Dois reservatórios estão previstos para 2018.
O Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgotos) também elencou a ampliação na capacidade de tratamento das ETAs I e III, e a construção de uma quarta Estação de Tratamento de Água em 2018, além de uma barragem no Ribeirão Piraí.
Em Vinhedo, a Sanebavi (Saneamento Básico Vinhedo) apontou que investiu em ações de consumo consciente, combate às perdas, substituição de redes antigas, construção de um novo reservatório para armazenar 2 milhões de litros de água tratada, além da construção da terceira ETA, para utilização de toda a outorga do Rio Capivari. | JCK