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Estimulando a autoestima

TodaGente

10/06/2017-17:37:42 Atualizado em 10/06/2017-17:37:32

Em um mundo globalizado, aprender inglês é essencial. Mas o aprendizado de uma língua estrangeira também pode colaborar para aumentar a autoestima e a confiança dos jovens, aponta estudo recente da FSP (Faculdade de Saúde Pública), da USP (Universidade de São Paulo).
Nesse estudo, a educadora Neuza Mainardi demonstrou que um estímulo adequado do professor pode fazer o aluno se empenhar mais para aprender, o que aumenta sua autoestima. Essa pesquisa traçou um comparativo entre as descobertas científicas sobre o funcionamento do cérebro, o processo de aprendizagem na escola e a promoção de saúde.
"Entre outras vantagens, estudar inglês permite que o estudante estabeleça interações saudáveis com outros ao redor do mundo, tirando-os um pouco do mundo virtual, além de proporcionar o conhecimento de novas culturas e pontos de vista. Dominar o segundo idioma também favorece o melhor desempenho em jogos como RPG e outros games que só estão disponíveis em inglês", informou a diretora geral da My Target Idiomas, Luiza Meneghim, em nota.
ENFRENTAMENTO
"Quando uma pessoa tem confiança em si mesma consegue fazer muito mais, enfrentando melhor todos os desafios. Aprender o segundo idioma também incentiva a melhora de muitas outras áreas, como matemática, raciocínio lógico e até da própria língua materna. Outras vantagens são a melhor resolução de problemas e absorção mais rápido do conhecimento", ressaltou Luiza.
Competitividade no mercado de trabalho
Falar um segundo ou mais idiomas também pode ser um diferencial competitivo no mercado de trabalho, aponta a diretora geral da My Target Idiomas, Luiza Meneghim. "Não se pode esquecer que o mundo dos negócios demanda profissionais altamente capacitados. E ser fluente no inglês, se possível, já é muito bem-visto. Incentivar o aprendizado do idioma desde cedo evita preocupações futuras e garante a consolidação da carreira escolhida, proporcionando melhor qualidade de vida e autoconfiança para a vida adulta", ressaltou a profissional.