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Sumaré dispara em exportações

Cidades

JOÃO CONRADO KNEIPP SUMARÉ | 17/05/2017-23:52:16 Atualizado em 18/05/2017-00:35:13
Arquivo | TODODIA Imagem
SUMARÉ | Melhor índice de exportações entre as cidades da RMC

Sumaré liderou o crescimento das exportações da RMC (Região Metropolitana de Campinas) na comparação entre o primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano passado. A cidade apresentou um aumento de 82,23% nas exportações, enquanto a alta das vendas para o exterior foi de 25,26%, considerando-se as 20 cidades da região no mesmo período.
As importações na RMC também tiveram crescimento na comparação dos dois trimestres, aumentando 4,68%. No saldo da balança comercial, a região de Campinas permanece no negativo (-20,58%).
Os dados são baseados no levantamento do MDIC (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços) e foram computados pela Agemcamp (Agência Metropolitana de Campinas).
O valor comercializado para o exterior em Sumaré aumentou de US$ 69,53 milhões de para US$ 126,71 milhões, na comparação entre os três primeiros meses de 2016 e 2017. Segundo a Secretaria de Finanças do município, o principal produto de exportação é o automóvel, responsável por gerar um faturamento de US$ 36,02 milhões. Outras mercadorias que estiveram no topo da lista no trimestre de 2017 foram partes estruturais e acessórios dos automóveis, correspondendo a um total de US$ 15,03 milhões.
Somado, o setor automobilístico - automóveis ou peças - foi responsável por 73,4% das exportações.
Paulínia foi a cidade com o segundo maior crescimento nas exportações (79,28%). Já os municípios de Engenheiro Coelho (-93,89%) e Artur Nogueira (-32,75%) apresentaram os piores índices de exportação.
REGIÃO
Na análise da RMC, as exportações atingiram a marca de US$ 1,033 bilhão no primeiro trimestre deste ano, frente aos US$ 801,1 milhões registrados nos primeiros três meses de 2016.
Já as importações passaram de US$ 2,326 bilhões para US$ 2,435 bilhões nos mesmos períodos.
No saldo geral da balança comercial, negativos nos dois anos, a RMC passou de US$ 1,525 bilhão negativo, no primeiro trimestre de 2016, para US$ 1,431 bilhão negativo no mesmo período deste ano.