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Anac poderá intervir se empresas de aviação não reduzirem preços de passagens aéreas

Brasil e Mundo

05/03/2017-21:53:35 Atualizado em 05/03/2017-21:53:33
Rafael Neddermeyer | Fotos Públicas
GOL | Terá tarifa mais barata para quem não despachar bagagens

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) informou que poderá intervir caso as empresas aéreas não ofereçam boas condições aos consumidores, depois que as novas regras para o transporte aéreo de passageiros entrarem em vigor. As informações são da Agência Brasil.
"A fiscalização da agência será intensificada para que todas as regras sejam efetivamente cumpridas. Estamos engajados para que realmente essas medidas funcionem também no Brasil, como já funcionam no restante do mundo", informou a Anac, em nota.
No dia 13 de dezembro do ano passado, a Anac aprovou um conjunto de regras válidas para passagens compradas a partir de 14 de março deste ano. Entre as mudanças, ficou determinado que as companhias aéreas não terão mais que oferecer obrigatoriamente uma franquia de bagagens aos passageiros e que poderão cobrar cobrar pelo transporte.
A medida deve permitir que o passageiro possa escolher o perfil adequado à sua viagem, pagando somente pela quantidade de quilos de bagagem que irá despachar, sem onerar o valor do bilhete. A medida deve permitir que o passageiro possa escolher o perfil adequado à sua viagem
Atualmente, os passageiros de voos domésticos podem levar bagagem de até 23 kg para despachar; já os passageiros de voos internacionais podem levar até dois volumes de 32 quilos cada.
EMPRESAS
Para a Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), as novas regras da Anac permitirão uma aviação mais competitiva e a criação de novas classes tarifárias. "A Abear apoia qualquer medida que aproxime a aviação comercial brasileira do mercado internacional, bem como garanta mais liberdade de escolha ao passageiro", informou.
| FOLHAPRESS