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Investimento na Cultura é elevado

Santa Bárbara d'Oeste

ANDRÉ ROSSISANTA BÁRBARA D'OESTE | 14/05/2016-00:42:34 Atualizado em 14/05/2016-00:44:01
Divulgação
REFORMA | Obras de reestruturação na Usina foram iniciadas em julho de 2015

Apesar da queda no orçamento dedicado à Secretaria de Cultura de Santa Bárbara d'Oeste, as despesas com investimentos e reformas de unidades culturais aumentaram de 2014 para 2015, incluindo os destinados para a Usina Santa Bárbara, local onde geralmente são realizados os eventos. Os dados foram divulgados pela prefeitura em resposta a requerimento dos vereadores Giovanni Bonfim e Antonio Carlos Ribeiro, o Carlão Motorista, ambos do PDT.
De acordo com informações da prefeitura, o valor destinado à Secretaria de Cultura caiu de R$ 5,31 milhões para R$ 4,96 milhões de 2014 para 2015, reflexo do corte de gastos em virtude da crise econômica. Apesar disso, o gasto com pessoal cresceu de R$ 2,11 milhões para R$ 2,26 milhões.
Na área de manutenção, o valor subiu de R$ 12 mil para R$ 79,2 mil. Já o montante investido em reformas e ampliações de unidades de cultura passaram de R$ 56 mil para R$ 210 mil de um ano para o outro. O montante investido na restauração da Usina Santa Bárbara também recebeu elevação, indo de R$ 43 mil para R$ 50,8 mil em 2015. Fechada em 1995, a usina foi tombada em 2006 e chegou a receber eventos da cidade, mas teve que ser interditada por problemas estruturais. Atualmente, a unidade está passando por uma reforma completa para voltar a receber eventos.
O local é considerado pela Acisb (Associação Comercial e Industrial de Santa Bárbara d'Oeste) como ideal para receber todos os tipos de eventos da cidade, desde festas religiosas até feiras agroindustriais e gastronômicas. "A gente gostaria de um espaço que funcionasse como o Engenho Central de Piracicaba. Os eventos de grande porte deles acontecem lá. Vemos esse mesmo potencial na Usina Santa Bárbara, que pode desempenhar essa função para nossa cidade", explicou o presidente da Acisb, Roberto Bonamin.
Na resposta dos requerimentos, o secretário de Governo, Rodrigo Maiello, justificou que além de investimentos próprios, a Secretaria de Cultura recebeu repasses de convênios. Em 2014, vieram R$ 55 mil do Projeto Vivendo Verde para realização de oficinas culturais no Centro Cultural e Biblioteca Léo Sallum. Já em 2015 foram obtidos R$ 72 mil do mesmo projeto, além de outros R$ 68,9 mil da Agemcamp (Agência Metropolitana de Campinas) para a Revirada Cultural